To subscribe or not to subscribe

Há poucos dias os desenvolvedores do aplicativo Ulysses (para Mac e iOS) anunciaram uma drástica mudança no seu formato de venda do produto, de uma licença perpétua para um modelo de assinatura atual, ou seja, o aplicativo irá funcionar enquanto a assinatura estiver ativa. Eu possuo licenças para as duas plataformas e, assim como centenas de usuários que estão reclamando no Facebook e no Medium, também fiquei bastante chateado com esta mudança e concordo com todos os pontos deste post no “Welcome to Sherwood”. E se, daqui a um ano, a Ulysses resolver dobrar o valor da assinatura, como fez a LastPass, como ficam os usuários?

E como assumir tantas assinaturas de software? É totalmente inviável pagar todo ano pelo Evernote, Todoist, LastPass, Office 365, Ulysses e pelo que mais aparecer.

Welcome to Sherwood

That’s the question I want to discuss today. Recently, two of my favorite apps — DayOne and Ulysses — have announced that they are switching from the traditional purchased license to subscription models. That is, instead of buying the software, installing it on your computer and using it as long as you want or are able, you now have to pay an annual fee to keep on using it.

Maybe younger users won’t have a problem with this approach, but as someone accustomed to buying my software — I’ve been doing so for 35 years — I am very wary of the subscription model. Here are some of my concerns:

Ever accumulating annual fees

At first, when it is just a couple of apps that use the subscription model, it may not hurt so bad. But imagine if all of the apps you use on a daily basis move to…

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Carros autônomos podem resultar em mais mortes?

Um lado obscuro dos carros sem motorista

Ultimamente tem se falado e escrito muito sobre os carros autônomos, sem motorista, mas este artigo de Tim Bajarin na PC Mag traz um outro lado (obscuro) dessa tecnologia.

A indústria apregoa que os carros sem motorista poderiam evitar milhares de mortes todos os anos e Tim nos alerta para um deprimente efeito colateral: grande parte dos órgãos doados nos USA vêem de vítimas de acidentes de trânsito; evitando-se os acidentes teríamos menos órgãos doados e milhares de pessoas morreriam à espera de um transplante.

Eu não conseguiria pensar nisso sozinho – é um tema mórbido demais; um avanço tecnológico evitando e causando mortes ao mesmo tempo. Pena que novas tecnologias ou tratamentos que poderiam evitar que as pessoas precisassem de transplantes não avancem na mesma velocidade que as outras.

Jejum de notícias = alienado?

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Estou lendo o livro “Trabalhe 4 horas por semana” e, no capítulo chamado “Dieta pobre em informação – Cultivando ignorância seletiva”, o autor Tim Ferriss propoe que o leitor faça jejum de mídia por uma semana, não lendo jornais nem revistas, não ouvindo noticiários no rádio ou TV, não acessando portais de notícias, nada! Isolamento completo é que o Tim nos recomenda. Isto para não perdermos tempo e paciência com informações desnecessárias e inúteis, que não agregam nada e não nos ajudam a evoluir.

Já estou a umas 5 horas (!) sem acessar nenhum site de notícias, nem twitter, facebook, instagram e não está fácil; será que o Eike Batista já foi preso? E a Marisa, mulher do Lula, o que aconteceu com ela? O que o Trump está fazendo lá pelos EUA? Como está a cabo de guerra entre o Dória e os pichadores de São Paulo?

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Uber – os taxistas não deveriam se preocupar tanto

Fui a um shopping em São Paulo e usei um Uber para ir e um táxi normal para voltar, gastando R$16,63 na ida e R$22,00 na volta.

Usei o Uber devido ao valor e o táxi devido ao trânsito intenso – eles podem trafegar nos corredores de ônibus e são mais rápidos.

Creio que único atrativo do Uber seja justamente o valor menor; em todos os outros critérios os táxis levam vantagem, na minha opinião; já usei Uber algumas vezes, o suficiente para observar um padrão:

– Os carros não são tão bons;
– Os motoristas não conhecem os caminhos; dependem 100% do Waze;
– Os motoristas acham que é um diferencial oferecer água e balas;
– Enquanto espero o carro do Uber chegar, eu vejo vários táxis passando; e eu esperando e esperando o Uber. A oferta de táxis é muito maior.
– Não me sinto seguro.

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A certeza do atraso versus a esperança no futuro

O líder espiritual de um partido político fez, recentemente, uma comparação entre o preço de pedalinhos no formato de cisne e barquinhos de lata e o valor da casa e até da jaqueta de um certo candidato nas eleições de 2016; esse líder espiritual disse ser um absurdo as pessoas o criticarem pela compra de artigos tão baratos (em sua visão) e ao mesmo tempo escolherem um candidato rico para administrar a maior cidade do Brasil.

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