To subscribe or not to subscribe

Há poucos dias os desenvolvedores do aplicativo Ulysses (para Mac e iOS) anunciaram uma drástica mudança no seu formato de venda do produto, de uma licença perpétua para um modelo de assinatura atual, ou seja, o aplicativo irá funcionar enquanto a assinatura estiver ativa. Eu possuo licenças para as duas plataformas e, assim como centenas de usuários que estão reclamando no Facebook e no Medium, também fiquei bastante chateado com esta mudança e concordo com todos os pontos deste post no “Welcome to Sherwood”. E se, daqui a um ano, a Ulysses resolver dobrar o valor da assinatura, como fez a LastPass, como ficam os usuários?

E como assumir tantas assinaturas de software? É totalmente inviável pagar todo ano pelo Evernote, Todoist, LastPass, Office 365, Ulysses e pelo que mais aparecer.

Welcome to Sherwood

That’s the question I want to discuss today. Recently, two of my favorite apps — DayOne and Ulysses — have announced that they are switching from the traditional purchased license to subscription models. That is, instead of buying the software, installing it on your computer and using it as long as you want or are able, you now have to pay an annual fee to keep on using it.

Maybe younger users won’t have a problem with this approach, but as someone accustomed to buying my software — I’ve been doing so for 35 years — I am very wary of the subscription model. Here are some of my concerns:

Ever accumulating annual fees

At first, when it is just a couple of apps that use the subscription model, it may not hurt so bad. But imagine if all of the apps you use on a daily basis move to…

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Apresentação da CRKT Squid

Este artigo é um pouco mais longo, com muitas fotos, no qual apresento o canivete modelo Squid da empresa CRKT.

Pesquisando para comprar um novo canivete (vide artigo anterior), quando eu buscava um canivete cuja lâmina pudesse ser aberta com uma só mão, eu conhecí o conceito de EDC (EveryDay Carry) e aprendí que um ítem mandatório em qualquer EDC é uma faca de bolso, normalmente uma com lâmina dobrável (folding pocket knife); sabendo disso, era óbvio que eu precisava ter em mãos uma faca dessas, para entender como funciona e saber qual a sensação de portar algo desse tipo; apenas como informação, odeio me cortar com facas e tenho aflição de lâminas muito afiadas (sim, já me cortei com os canivetes Victorinox).

A pesquisa continuou até eu identificar qual seria uma pocket knife recomendada para iniciantes, que fosse boa e, principalmente, barata; cheguei na Squid através dos vários fórum de discussão sobre EDC.

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O meu problema é o “ia”

O seu deve ser também

Tudo o que eu conquistei até hoje, tanto pessoal quanto profissionalmente, foi por que eu quis; não que apenas o fato de eu querer fizesse tudo acontecer magicamente, mas foram as demonstrações de “querer” e as minhas ações decorrentes disto que tornaram tudo possível. Com todo mundo é assim, não é exclusividade minha.

Quando decidí trocar de emprego e entrar na empresa em que estou hoje, eu afirmei nas várias entrevistas “eu quero trabalhar aqui”; certo dia agendei uma reunião com meu superior, fiz um roteiro do que eu iria falar e deixei claro “eu quero assumir uma posição gerencial”; então elaboramos juntos um plano de desenvolvimento e em alguns meses assumí minha primeira gerência; após alguns anos de namoro, falei para minha então namorada, atual esposa “eu quero me casar com você” e, em breve, comemoraremos bodas de prata; eu ganhei um ukulele de presente de aniversário e afirmei “vou estudar música e tocar ukulele”; já são 4 meses de aulas e acho que já fiz um grande progresso.

Algumas coisas que eu quis, e conseguí, não deram certo e outras, para as quais eu falei “não quero”, poderiam ter dado outro rumo à minha carreira; mas a vida é feita de escolhas e cada momento é diferente do outro. Só devemos nos arrepender de não ter feito escolha alguma quando necessário.

Mas me dei conta que ultimamente eu tenho ficado muito no “ia” – e nada acontece se ficamos apenas nos “ia”: eu queria, eu gostaria, eu iria, eu faria, eu compraria etc.

Eu queria morar nos Estados Unidos…

Eu queria passar as férias na Europa…

Se eu tivesse dinheiro, compraria o carro modelo XYZ..

Eu gostaria de ter uma casa na praia…

Se eu tivesse disposição, eu faria exercícios físicos

Queria, gostaria, iria, faria, compraria, viajaria…..

O “ia” deixa tudo muito vago, sem compromisso, sem objetivo. O “ia” não promove progressos. Quem apenas diz ou pensa “eu queria passar férias na Europa” nunca começa a pesquisar quanto isso efetivamente custa, quanto tempo será necessário para juntar o dinheiro, qual será o roteiro e assim a viagem ficará só no sonho.

O exercício, que estou começando a fazer hoje e que proponho a todos, é eliminar os “ias” do meus pensamentos e da minha fala, trocando-os por frases afirmativas como “eu quero”, “eu vou”, “eu irei”. Sei que criar novos hábitos requer disciplina e esforço, mas eu vou conseguir!

Carros autônomos podem resultar em mais mortes?

Um lado obscuro dos carros sem motorista

Ultimamente tem se falado e escrito muito sobre os carros autônomos, sem motorista, mas este artigo de Tim Bajarin na PC Mag traz um outro lado (obscuro) dessa tecnologia.

A indústria apregoa que os carros sem motorista poderiam evitar milhares de mortes todos os anos e Tim nos alerta para um deprimente efeito colateral: grande parte dos órgãos doados nos USA vêem de vítimas de acidentes de trânsito; evitando-se os acidentes teríamos menos órgãos doados e milhares de pessoas morreriam à espera de um transplante.

Eu não conseguiria pensar nisso sozinho – é um tema mórbido demais; um avanço tecnológico evitando e causando mortes ao mesmo tempo. Pena que novas tecnologias ou tratamentos que poderiam evitar que as pessoas precisassem de transplantes não avancem na mesma velocidade que as outras.

Jejum de notícias = alienado?

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Estou lendo o livro “Trabalhe 4 horas por semana” e, no capítulo chamado “Dieta pobre em informação – Cultivando ignorância seletiva”, o autor Tim Ferriss propoe que o leitor faça jejum de mídia por uma semana, não lendo jornais nem revistas, não ouvindo noticiários no rádio ou TV, não acessando portais de notícias, nada! Isolamento completo é que o Tim nos recomenda. Isto para não perdermos tempo e paciência com informações desnecessárias e inúteis, que não agregam nada e não nos ajudam a evoluir.

Já estou a umas 5 horas (!) sem acessar nenhum site de notícias, nem twitter, facebook, instagram e não está fácil; será que o Eike Batista já foi preso? E a Marisa, mulher do Lula, o que aconteceu com ela? O que o Trump está fazendo lá pelos EUA? Como está a cabo de guerra entre o Dória e os pichadores de São Paulo?

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